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Sou Labellaluna®, 47 anos, webdesigner, Paulistana morando em Ribeirão Preto com minha mãe e separada. Na minha bolsa levo documentos, dinheiro, cartões de crédito e talões de cheque(claro né?), celular, cartões de visitas, bateria do notebook, mini cds com apresentações, batom, brilho, lápis de boca, óculos de sol, halls suggar free, escova de cabelos, escova de dentes, pasta de dentes, fio dental e algo mais... Querem saber?
Sou Ma... Corretora de Imóveis,morando no Recreio dos Bandeirantes,Cidade maravilhosa, casada, idade: pula esta parte...
Na minha bolsa carrego quase minha casa: sempre um batom, minhas escovas (de cabelo e dentes) , Hp Financeira, tabelas, óculos de sol e o que mais sua imaginação for capaz de pensar...

Sou Alma Cigana ( a Boa Esposa do Pensando ...), 51 anos, quase 52 (completo dia 14 de maio próximo), microempresária, Gaucha, resido em Cachoeirinha, região metropolitana de Porto Alegre com ele ( o Pensando) e nosso filho mais 4 gatos e 2 cadelas. Na minha bolsa levo tudo e mais um pouco; Documentos, carteira de Plano de Saúde, chaves, celular, niqueleira, agenda,caderneta para anotações e uma nécessaire contendo minha vida : pinça, base para as unhas, acetona, algodão, cotonete, bandaid, pente (prefiro), escova e pasta de dente, fio dental e pasmem!!!! Toalha higiênica, uma calcinha e absorvente que já fazem um ano graças a Deus não preciso mais usar;
mas sabe como é, né?
O seguro morreu de velho... Não pode faltar nunca um bom livro... O restante vocês tem total liberdade para imaginar.

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sábado, 29 de julho de 2006

Pobre Menina Rica - Por Claudia



Um dos maiores horrores acontecidos em nosso país, o assassinato de Marísia e Manfred Von Richthofen foi repercutido em todos os canais de TV, sugerindo uma espetacularização patológica de onde uma mente doentia pode chegar. O caso Richthofen é uma aberração que devida sua alta exposição, nos parece sugerir que aquele crime já assimilamos e que podemos assimilar outros piores, como se estivéssemos edificando uma escada para o fundo de um poço escuro e enlamaçado.
Neste caso, todos nós somos vítimas, pois respiramos este mundo sórdido que nos cerca. É como se a condição humana fracassasse sobre suas próprias debilidades. As pauladas deferidas contra as cabeças dos Richthofen são diariamente dadas contra nossas cabeças, por este mundo midiático alicerçado pelo vazio débil e constrangedor. Suzane, a filha Richthofen, encarnou este mundo da valorização do que é mais pueril, bárbaro e covarde.
A mãe, psiquiatra, não percebeu sua maior paciente, sua 'cliente' mais íntima. O pai, filho e neto de ex-combatentes, não percebeu seu maior inimigo, o mais frágil e virulento. Perdeu a guerra para o distanciamento entre as gerações que tanto este mundo-mercado enobrece e glorifica. Até bem pouco tempo as pessoas falavam com os padres e tinham arrependimento dos seus erros, dos seus pecados. Existia o sentimento da culpa. Hoje, elas falam com os psicólogos, os maiores PHD's e assassinam seus próprios pais. É a certeza do poder ultra jovem preconizado pelas TVs.
O amor paterno não libertou Suzane deste aprisionamento moderno, voraz e invisível. A liberdade que ela desfrutava era desenhada, determinada no seu diminutivo mundinho publicitário. Suzane conquistou esta liberdade com seu aprisionamento, que agora lhe parece tangível. Se ela tivesse despertado para esta condição antes, talvez visse as coisas de uma forma diferente e não seria hoje, o contra-exemplo, a contra-propaganda do mesmo mercado diário.
Os sete pecados capitais: a ira, a gula, a inveja, a preguiça, a cobiça, a mentira e a luxúria foram declarados justamente para proteger a família humana das coisas que a afligem, que a dilaceram. Neste caso, todos eles coexistiram em um determinado momento, revelando o quão sábio foi sua devida classificação. No entanto, eles agora foram beatificados e a divina-decadência se tornou o grande sonho juvenil.
Estes pecados, fomentados por este mundo moderno, estão atrelados ao viver moderno,
subproduto de um grande mercado, onde somos vítimas deste belo e sedutor universo que nos parece paralelo, mas vivifica dentro de todas as casas. Os altos muros da mansão dos Richthofen não os protegeram deste mundo. Os vícios, as grandes estrelas deste desumano mundo urbano, catequizam diariamente nossos meninos para coexistirem dentro deles o filho e o drogado, o filho e o assassino, criando uma juventude edificada sobre a égide de um aborto moral, nacional, em que ter e poder são as grandes drogas, que em algum momento podem levá-los a uma overdose em que seus reflexos quase sempre são fatais. Pobre menina rica, pobre fruto de uma geração submissa. A citação é antiguíssima, bíblica: "a cura é pela palavra". Então, no lugar do ter vamos escrever ser, no lugar de poder, escreveremos amor, e no lugar de morrer, escreveremos viver...
Petronio Souza





Na Bolsa da: Regiane Moreira ás 7/29/2006 04:16:00 AM **
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sábado, 22 de julho de 2006

Vício Internet - Por Labellaluna®

Surfar na internet já virou um vício, com tendência crescente. Somente na Alemanha há um milhão de pessoas grudadas na rede. A perda do trabalho é uma das possíveis conseqüências.

Eles varam a noite, usam pseudônimos como "jocool", "kreec" ou "juliese", conhecem o pessoal com que se comunicam nos chats melhor do que os amigos, os próprios filhos, maridos ou mulheres. No final, acabam entrando em colapso, isolados de todos e perdendo o emprego. Estamos falando da internet como o novo vício.


Mais de um milhão de pessoas são dependentes da rede na Alemanha, segundo André Hahn, da agência de pesquisas de mercado Research International. O estudo que fez, há dois anos, para a Universidade Humboldt, de Berlim, detectou que 2,67% dos usuários alemães apresentam sintomas agudos de vício. "Essa porcentagem não se alterou até hoje, embora o número de usuários tenha saltado de 25 milhões para 30 milhões nesse período", informou André à DW-WORLD.


Mensalidades facilitaram o vício


Os sintomas são os mesmos em quase todos os casos: as pessoas passam cada vez mais tempo diante da tela surfando, não dão a devida atenção à família, aos amigos, à escola ou ao trabalho. Em conseqüência, acabam se divorciando, perdendo o namorado ou sendo despedidos. Até ser introduzido o sistema de flatrate (taxa fixa mensal para conexão) na Alemanha, enfrentavam mais um problema sério: contas telefônicas astronômicas, que representavam a ruína financeira.


"Com as taxas fixas diminuiu o risco financeiro dos afetados. Por outro lado, o que dificultava o vício foi varrido e, com isso, a droga tornou-se mais facilmente acessível", expõe André Hahn. Quando um viciado está sem acesso à rede, começa a apresentar as características psíquicas de quem fica sem a droga: torna-se nervoso, irritado, agressivo ou sem concentração.


Teclando no chat até de madrugada


Gabriele Farke afirma ter sido viciada em internet durante dois anos. Tudo começou no escritório, esporadicamente. Depois que comprou seu computador, surfava várias horas por dia após o trabalho. "A internet acabou ocupando um espaço maior do que a minha família", disse a industriária de 47 anos em entrevista à DW-WORLD. Ela passava horas nos chats, discutindo até de madrugada com desconhecidos, que pareciam compreendê-la melhor do que seus amigos.


Passado o pesadelo, Gabriele considera essas conversas "papo furado". O que aconteceu com ela, se passou assim ou de forma parecida com muitos viciados: ela foi perdendo todo e qualquer contato social, sua filha sentiu-se abandonada e saiu de casa com 18 anos, Gabriele perdeu o emprego e ainda hoje tem dívidas por causa das contas telefônicas. Em 1996, escreveu um livro sobre o vício e, em 1999, fundou uma ONG para ajudar os viciados em computador. Escrever o livro libertou-a do vício.


Um vício como o jogo


Psiquiatras e psicólogos continuam investigando causas e formas que assume a dependência da rede mundial. Werner Platz, psiquiatra da Universidade Livre de Berlim, atende vários viciados. Para ele, a internet é uma forma moderna de vício do jogo, embora por trás disso estejam desequilíbrios psíquicos como, por exemplo, a depressão.


Platz está convencido de que os viciados em internet têm uma inclinação a outros tipos de vícios. Esse potencial pode se manifestar principalmente se o paciente não fizer nenhuma terapia para curar o desequilíbrio que está por trás do comportamento. O tratamento é ir diminuindo, passo a passo, o número de horas na rede. Ao mesmo tempo, deve-se fazer uma terapia. Quem se curar, que se cuide, pois a era das tecnologias da informação reserva outras tentações, como as mensagens SMS. Consta que já há milhares de pessoas viciadas em mandar recadinhos via celular.


Oliver Schilling





No Brasil não está diferente... pena que uma coisa tão gostosa, desde que ponderada como tudo, possa estar fazendo tanto mal as pessoas...

Na Bolsa da: Regiane Moreira ás 7/22/2006 10:11:00 AM **
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