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Sou Labellaluna®, 47 anos, webdesigner, Paulistana morando em Ribeirão Preto com minha mãe e separada. Na minha bolsa levo documentos, dinheiro, cartões de crédito e talões de cheque(claro né?), celular, cartões de visitas, bateria do notebook, mini cds com apresentações, batom, brilho, lápis de boca, óculos de sol, halls suggar free, escova de cabelos, escova de dentes, pasta de dentes, fio dental e algo mais... Querem saber?
Sou Ma... Corretora de Imóveis,morando no Recreio dos Bandeirantes,Cidade maravilhosa, casada, idade: pula esta parte...
Na minha bolsa carrego quase minha casa: sempre um batom, minhas escovas (de cabelo e dentes) , Hp Financeira, tabelas, óculos de sol e o que mais sua imaginação for capaz de pensar...

Sou Alma Cigana ( a Boa Esposa do Pensando ...), 51 anos, quase 52 (completo dia 14 de maio próximo), microempresária, Gaucha, resido em Cachoeirinha, região metropolitana de Porto Alegre com ele ( o Pensando) e nosso filho mais 4 gatos e 2 cadelas. Na minha bolsa levo tudo e mais um pouco; Documentos, carteira de Plano de Saúde, chaves, celular, niqueleira, agenda,caderneta para anotações e uma nécessaire contendo minha vida : pinça, base para as unhas, acetona, algodão, cotonete, bandaid, pente (prefiro), escova e pasta de dente, fio dental e pasmem!!!! Toalha higiênica, uma calcinha e absorvente que já fazem um ano graças a Deus não preciso mais usar;
mas sabe como é, né?
O seguro morreu de velho... Não pode faltar nunca um bom livro... O restante vocês tem total liberdade para imaginar.

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sábado, 21 de julho de 2007

Síndrome do Pânico – por Labellaluna®

O que é ?

A "Síndrome do Pânico" é um quadro clínico no qual ocorrem crises agudas de ansiedade sem que haja um estímulo disparador compatível com a intensidade das crises. O indivíduo vive uma variedade de experiências intensas, desprazeirosas e estranhas para ele sem que consiga identificar, a princípio, o que as desencadeou. Este quadro clínico teve sua incidência aumentada dramaticamente nos últimos dez anos. Este aumento pode ser atribuído a modificações sócio-culturais e a uma maior possibilidade diagnóstica nos tempos modernos.
A característica principal do quadro clínico da "Síndrome do Pânico" são crises de ansiedade agudas, as chamadas crises de pânico. Estas se caracterizam pela súbita, inesperada e freqüentemente avassaladora sensação de terror e apreensão, acompanhada de sintomas somáticos em muitos órgãos e sistemas, como falta de ar, palpitações e sensação de desfalecimento. Os sinais e sintomas de uma crise de pânico são semelhantes aos que ocorrem durante um esforço físico intenso ou numa situação de risco de vida.

Principais Sintomas da Crise de Pânico:

A crise de pânico vem rapidamente e com severa angústia. A sua duração média é de 20 a 30 minutos, podendo variar de minutos a horas, atingindo seu ápice em aproximadamente 10 minutos. A freqüência de ocorrência das crises é variada e estas são em geral totalmente debilitantes, sendo usualmente seguidas de fadiga, conseqüência do desgaste gerado pela mesma.

Os Principais sintomas de uma crise de Pânico são:
  • Dor no peito


  • Palpitação


  • Falta de ar


  • Ondas de frio ou calor


  • Sudorese abundante e fria


  • Formigamento das mãos e pés


  • Tonteira, Vertigem, Instabilidade, Fraqueza, Sensação de desmaio


  • Sensação de engasgo


  • Tremores


  • Rigidez


  • Palidez


  • Reflexos intensificados (hipervigilância)


  • Sensação de morte ou loucura eminente


  • Sensação de perda de controle, dificuldades no pensamento linear e lógico
  • De onde vem?

    Distúrbios na capacidade homeostática do indivíduo geram, com o decorrer do tempo, uma fragilidade, a qual se faz sentir nos momentos em que a pessoa depara-se com sentimentos que exigem um esforço maior de adaptação. A partir da ocorrência da primeira crise o indivíduo passa a funcionar num círculo vicioso no qual o medo de ter crise precipita a própria crise.

    A "Síndrome do Pânico" ocorre duas vezes mais em mulheres do que em homens, sendo sua maior incidência entre os 18 e 35 anos. É estatisticamente mais freqüente em indivíduos que tenham algum familiar que apresente o quadro. Observa-se uma freqüência acima da média de casos de prolapso da válvula mitral entre indivíduos que apresentam este distúrbio.

    A ingestão de algumas drogas como cocaína, maconha, crack, ecstasy, podem aumentar a atividade e o medo, facilitando a eclosão de um quadro de "Síndrome do Pânico". As crises de pânico não tratadas podem evoluir para uma série de fobias, limitando a liberdade do indivíduo, podendo enclausurá-lo em sua própria casa durante décadas.

    Como tratar ?

    Tratamento Psicológico - O Psicólogo busca auxiliar o cliente no desenvolvimento de seu auto-suporte. Procura facilitar a pessoa a entrar mais em contato com suas sensações, por exemplo através do trabalho corporal (ex.: respiração). Visa proporcionar ao cliente a oportunidade de experimentar a possibilidade de correr riscos com seu próprio suporte, dentro do ambiente "seguro" proporcionado pelo espaço psicoterapêutico, solidificando sua autoconfiança.

    Uso de Medicação - A medicação pode ser utilizada para aliviar o sofrimento geralmente dramático imposto pela "Síndrome do Pânico", porém não modifica os fatores geradores deste quadro. A especialidade médica responsável por este tipo de tratamento é a Psiquiatria. Usualmente se utiliza uma associação de antidepressivos e ansiolíticos. Existem também algumas pesquisas a cerca do uso de medicação similar a usada em casos de epilepsia.

    OBSERVAÇÃO: Normalmente uma associação de tratamento psicoterápico e medicamentoso traz excelentes resultados.


    Fonte geocities.com

    A Yoga, relaxamento e reorganização dos chacras também são ótimos para melhora da SP

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    Na Bolsa da: Regiane Moreira ás 7/21/2007 11:43:00 PM **
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    sábado, 14 de julho de 2007

    O Homem Reto - Por Claudia

    Na sua casa mais uma vez ele arrumava o cabelo, um nervosismo que ele não demonstrava no seu semblante, só as mãos a suar e o cabelo sempre a arrumar como se aquele gesto diminuísse o medo que ele tinha do altar, crescera trancado como muitos crescem hoje em dia, atrás das grades de apartamentos, os medos dos pais, a violência urbana, a infância passada dentro de casa, não existia mais brincadeiras da rua, a rua antes destinada às crianças era o antro dos marginais, tudo de fato molda um caráter, até o simples fato de onde você cresceu de como você cresceu, e ele cresceu cheio de responsabilidades, até os 15 anos se achava o dono da verdade, conforme o passar dos anos isso foi ficando mais claro, amante dos livros e estudos se achava melhor pelo seu intelecto, mas quem há de culpar isso?

    Tantos se vangloriam por seus corpos e coisas fúteis, ele era um amante da cultura do saber sem fim, do saber demais, isso o transformava em alguém, fazia que ele perdesse o medo do mundo, sempre precisamos nos agarrar a algo pra enfrentarmos esse mundo tão hostil, na verdade ele era como tantos outros fazendo sua vida uma verdade pra enfrentar o medo, o medo que temos das pessoas, do ser social, ser social tão irritante como um pernilongo numa noite de insônia, mas agora ele estava cumprindo a sua jornada, ele era trabalhador, respeitado, tinha uma carreira e a ordem natural das coisas seguia, agora seria o homem perfeito, mulher. trabalho e mais tarde filhos, ele mais uma vez ficou impaciente e ajeitou os cabelos, já se dirigia para igreja, pais contentes, sorridentes, familiares arrumados nos melhores trajes, tudo da devida forma, tudo como era a vida dele, tudo organizado, arrumado, ajeitado com esmero e paciência, tudo muito formal, até o terno com um corte reto era quase a transparência.
    Do ser que ele era, se poderíamos o chamar de algum nome. vamos chamar de retidão de caráter do querer ser certo era ele o homem reto, passou pelas ruas mais uma vez pensou no seu casamento, era o melhor a fazer, ele novamente passou a mão pelos cabelos e se viu no vidro do carro o reflexo do homem reto, lhe era agradável se olhar a sua figura era a de um homem reto bem apessoado um vencedor, sim ele sabia, ele era um vencedor, falou baixinho pra si mesmo: Sou um vencedor...

    Chegando na porta da igreja, ele subiu no altar, a vida toda fez o que era esperado dele, uma vida planejada, sempre assim, ele era o homem reto sempre reto, as mãos suavam cada vez mais, na verdade sua vida era uma prisão, o homem reto olhou a sua volta à igreja lotada, rostos do seu cotidiano, do trabalho, todos sorrindo pela cerimônia que celebrava a justaposição de mais um homem reto no rol dos que eram retos eram dignos de fazer parte da sociedade era um homem preste a ser chamado homem reto de família, passou a mão mais uma vez pelos cabelos, tinha os cortado, mais uma vez passou tentando esconder seu medo, a música escolhida a dedo começou a tocar, Ave Maria, não podia ser outra na vida de um homem reto não há outra escolha além de Ave Maria uma esposa perfeita como seria perfeita sua vida de casado, da casa pro trabalho do trabalho pra casa a boa conduta e educação dos filhos, mais uma vez a gravata apertava o homem reto suava muito. as grades iam se fechando se sentiu Tonto.
    E sufocado, a noiva ia aproximando com um sorriso, o homem reto por uma única vez na vida perdeu momentaneamente a sanidade, e naquele momento descobriu a sua verdade, ele se sentiu preso tinha que sair dali, mas não de qualquer maneira, ele queria a libertação à desforra pela sua vida monótona de homem reto, ele queria a derrubada da farsa da sua vida. Tirou os sapatos e jogou na cabeça do padre. símbolo da sociedade patriarcal regida por homens que se chamam retos quando muitos estão corrompidos como a sociedade corrompida que ele vivia, que ele fingia ser , a igreja toda parou abismada sem saber o que dizer ele gritava fora de si: maldita seja a retidão de sociedade servil a regras de conduta, tirou o cinto as calças e a cueca, roupas nada mais que vestimentas nada mais que pedaços de panos que mostravam a posição social se fossem em farrapos eram de pobres servis também a sociedade tudo tão desigual , ele teve vergonha das suas roupas de homem reto tão alinhadas tão bem cortadas, pegou as roupas jogou na família da noiva, a mãe da noiva era amparada desmaiada, ele gritou e ecoou junto com a ave Maria: maldita conduta social, malditos seja vocês capacho da sociedade, tirou a camisa, o paletó, a gravata e jogaram na sua própria família, malditos vocês que me chamam, que esperam que eu seja retos, malditos todos, ele nu foi saindo devagar passou perto da noiva que chorava e lhe deu um singelo beijo no rosto: seja feliz mulher reta, saiu nu bem devagar jogou as roupas como são Francisco de Assis, mas não em prol da Resignação não para uma vida celibatária sem posses jogou suas roupas pela sua liberdade, pela primeira vez na vida se sentiu feliz de verdade, o homem nu cruzou a cidade com o mais sincero e terno sorriso de felicidade o sorriso da libertação.

    Ricardo Lemos Neto

    Na Bolsa da: Regiane Moreira ás 7/14/2007 08:30:00 PM **
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    sábado, 7 de julho de 2007

    Amor Perfeito – por Labellaluna®

    Ela aprendeu a amar cada coisa que ele amava, sem meio termo, em meio aquele ímpeto obstinado e rebelde, ela aceitou e amou cada vez mais, descobriu as diferenças e elas se tornaram agradáveis, no inicio a turbulência depois a doce calma. Descobriu a generosidade e o romantismo. Sua feminilidade sonhadora e delicada mostrou-se como aquela namorada do primário, que nenhum homem esquece. Sentiu-se impelida ao choro, sentiu que não estava preparada, a atmosfera ia ficando cada vez mais teatral, notou que seus anseios da imaginação se tornavam reais, e teve medo. Ele lhe segurou as mãos, uma centelha tomou conta do corpo de ambos, nenhum estava preparado, ao mesmo tempo era o encontro de duas almas que se cruzaram várias vezes em outras vidas, o que outrora fora renegado cintilou como faísca, ele se sentiu desejado como jamais tivera sido na vida, ela sentiu o arco íris que sempre tinha buscado, mal acreditava em todos os sentimentos que um simples toque lhe causara, o estremecer dos lábios que se encontravam, logo ele se deixou possuir por todos os amores passados, os amores com ela, aqueles não concretizados, era mais que carnal era cármico, o cosmos se concentrava no ventre dela, e o que era um sentimento sutil se transformou em erupção de sentidos e sentimentos. Dono de si tentou manejar a doce e sutil alma da mulher, fogo e água que não se apagavam, fogo que propagava nas águas, água que se tornava quente, fogo que emanava de cada poro, água que banhava os corpos. O simples e puro amor, as mãos se estendiam, os olhares eram de um plano metafísico, o oculto se apresentava em vivos olhos, os segredos, os sussurros de Afrodite e Apolo pairavam junto às vozes afoitas e calmas daquela hora, as vozes se misturavam em delírios. Falavam-se pela pele, telepaticamente cada um sentia o que o outro desejava e o desejo tornou-se um só, a centelha já queimara tudo em volta, mas o fogo era de uma pira, águas de jasmins que brotavam da testa, ofegantes entre cetins, amantes por várias vidas se tornavam um só, se fundiam num misto de furor e calmaria, era a alegria do arco íris sonhado por ela, era o amor cármico que ele não achava que existia. Entardecia e eram palpáveis todas as palavras não ditas, amor meu eterno amor. Foi um embate translúcido, entorpecidos no verdadeiro prazer, sem pudores, sem decoros, o verdadeiro amor que se fazia, diferentemente do que ela jamais sentira, não era ele que a possuía, não era ela que se entregava, era uma possessão mútua e uma entrega como a de Orfeu, ela se aconchegou nos braços dele e sabia que não haveria mais adeus. Atena em sua doce e louca sabedoria planejara o encontro das almas que em outras vidas separadas. Nada de adeus somente o eterno deja vu.

    A/A


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    Na Bolsa da: Regiane Moreira ás 7/07/2007 10:19:00 PM **
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